Um ensaio sobre vampirismo pt.3

E chegamos à última parte do nosso bê-á-bá sobre vampirismo, nessa parte falaremos de como é possível identificar, evitar e se proteger de entidades vampíricas ou “psyvamps” de plantão.

Recapitulando, entidades são as maiores responsáveis pelo vampirismo pois são elas as maiores beneficiadas com tal prática logo darei mais ênfase à técnicas para se livrar destas.

Ambiente:

Uma questão interessante para entidades é que o ambiente em que a vítima frequenta deve ser propício à habitação da mesma, isso vai depender obviamente do plano de existência nativo da entidade, ou seja, não existe uma regra geral e única, mas temos uma pequena vantagem de proximidade, é tido que os planos mais próximos ao terrestre seriam o umbral e o limbo e ambos são bem conhecidos da comunidade ocultista, um representa a decadência e o outro a inanição e essas são as duas características que o ambiente de convivência da vítima terá que refletir. Todos já devem ter ouvido alguma mãe ou avó dizer que casa suja atrai “coisa ruim”, por mais bobo que possa parecer elas estão um pouco certas, ambientes sujos, maltratados e com pouca manutenção ou zelo tendem a se tornar moradas de entidades vampíricas por similarizar com seus planos natais e isso faz com que elas possam absorver energia não só da vítima como também do próprio ambiente.

 

Comportamento:

Sabemos que ao ser vampirizado/obsidiado a pessoa sofre uma mudança de comportamento, normalmente afastando-a do que seria necessário para dar fim à sua situação, porém algo pouco levando em conta é que o comportamento geral de uma pessoa pode torná-la uma vítima em potencial, ou seja, uma mudança de hábito pode tornar qualquer pessoa em alvo fácil para ataque de vampiros. Sabemos que não existe um comportamento único e correto, mas sabemos que existem alguns que não se encaixam no humanamente padrão, e são esses que  chamam a atenção dessas entidades; Reparem que não estou dizendo ser proibido mudar de forma abrupta o seu comportamento, o que eu digo é que deve-se prestar bastante atenção quando se toma uma decisão dessas.

 

Como evitar a aproximação:

Lendo os parágrafos acima vocês já podem ver algumas poucas coisas que podem ser evitadas para que não haja a aproximação de entidades vampíricas, ou seja evitar comportamentos muito fora do humanamente normal e evitar ambientes carregados e etc, porém só isso não é suficiente para manter algum ocultista à salvo dos “trevosos”, por isso a utilização de certos recursos se fará necessária.

Amuletos: Pequenos objetos que simbolizam determinados estados energéticos e carregam essa mesma impressão para que o ocultista possa perceber qualquer mudança de frequência.

Amuletos de proteção: Muito ligados à fé, são objetos responsáveis por espantar entidades maléficas, vão depender muito da linha a qual o ocultista segue para que funcionem de forma eficaz pois em sua maioria são canalizadores de fé.

Rituais de proteção: Ao contrário do que a maioria pensa rituais de proteção não são utilizados apenas em rituais e invocações, na verdade eles fazem parte do dia-a-dia do ocultista e devem ser realizados a todo instante que seja sentida alguma vibração energética nociva.

Leitura energética: Infelizmente o quesito mais importante é exatamente o mais difícil de se dominar, a leitura energética serviria como radar para o ocultista avisando-o de antemão sobre a presença de qualquer ambiente, energia ou entidade nociva.

 

Identificando Psyvamps

 

Temos 2 tipos de psyvamps, os naturais e os “auto-entitulados”, ou seja, algumas pessoas infelizmente nascem com a capacidade involuntária de absorver energia alheia, durante muito tempo elas nem sabem que estão fazendo isso mas os efeitos de se estar perto de uma pessoa dessas são facilmente perceptíveis, cansaço, sono e irritação, é raro que essas pessoas se tornem indivíduos sociáveis em sua maioria se isolam ou procuram por iguais pois não se afetam. Algumas culturas pregam que pessoas magras demais, ou feias demais, ou com olhos protuberantes seriam vampiros naturais, daí a expressão “olho gordo”.

Quando tratamos dos psyvamps auto-entitulados por incrível que pareça os riscos são um pouco menores, estamos num momento onde se comportar como um psyvamp não é algo que parece condenável, na verdade alguns até ostentam isso com orgulho inclusive se caracterizando como tal, sabemos que em sua maioria são ocultistas com pouca ou nenhuma instrução e que em pouco tempo abdicarão desse título, esses se tornam riscos pequenos e raramente levados à sério.

 

O vampiro psíquico

Esse sim é uma figura perigosa no meio ocultista, percebam que apesar de Psyvamp ter como tradução Vampiro psíquico, ambos serão representados aqui de forma bem distinta, o vampiro psíquico não é um modista ou um amante da escuridão, ele é na verdade um ocultista experiente que aprendeu com maestria a realizar a drenagem energética de terceiros, e o faz sempre que acredita ser necessário, obviamente nem todos são trevosos mas a maioria o é devido à absorção de Karma e ao método ser considerado pela maioria como algo detestável. Não diminuindo o mérito do praticante como ocultista, claro.

Percebam que alguns vampiros naturais podem vir a se tornar vampiros psíquicos, o que o tornaria ainda mais perigoso, e percebam que o comportamento desse indivíduo tende a manter em segredo sua situação, ao contrário do psyvamp.


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