É conhecido não pelo que fez e sim pelo que dizem que fez. Nascido em França 1330, trabalhava como escrivão de manuscritos, copista… faleceu em 1418.
As histórias sobre Flamel apareceram por primeira vez dois séculos depois de sua morte. Em 1612, em um livro titulado “O livro das figuras hieróglifos”, faziam muitas afirmações sobre Flamel.

 

Primeiramente que havia aperfeiçoado a arte da alquimia ao descobrir a pedra filosofal, e com a ajuda dessa legendária substância não só havia obtido grandes riquezas, também a imortalidade para ele e sua esposa.

Segundo essas afirmações, Flamel se havia introduzido na alquimia depois de adquirir um livro misterioso que não podia ler.
Durante uma viagem a Espanha com a finalidade de conseguir ajuda para traduzir, conheceu um judeu que identificou e traduziu, se tratava de cabala e alquimia. Decifrou o livro e pouco tempo depois, começou a aperfeiçoar a arte da alquimia. Segundo conta-se, conseguiu produzir prata e depois finalmente a transmutação em ouro.

A lenda de Flamel cresceu e incluso afirmaram que haviam visto no século XVII (por sua imortalidade). Em um testamento escrito Ao seu sobrinho, em que revelava os segredos que descobriu sobre a alquimia. Foi escrito por próprio punho em alfabeto codificado e criptografado que consistia em 96 letras.
O próprio Isaac Newton falou sobre ele em anotações que realizou em seu exemplar Theatrum Chemicum. Na atualidade, apareceu como personagem, em novelas de harry Potter, onde uma vez mais, se atribui ao descobrimento da pedra filosofal.

by Níssia Cristina