(M. Caótica) Servidores, coisa da SUA cabeça

Voltamos com a segunda parte desse tema sórdido que é amado por uns e odiado por outros, os famigerados servidores na magia caótica, eles são reais e servem pra algo ou só uma grande histeria coletiva?

Foda é o meu pai, eu sou fodinha…

No capítulo anterior terminamos citando que talvez a origem dos servidores viessem da magia mental, ou seja, eles até poderiam ter algo “mágico” porém estariam intrinsecamente ligados às práticas de magia e/ou projeção mental, até por isso citei o exercício do castelo mental (sim animal, havia sentido naquilo), mas antes que eu possa continuar ligando os servidores às práticas mentais tenho que falar um pouco sobre o que é possível fazer com essa sua cabecinha vazia.

Projeção mental não é magia

Muitos estudantes de ocultismo tendem a acreditar que as práticas relacionadas ao “corpo mental” não deveriam ser categorizadas como magia em si, principalmente porque de todas as práticas mágicas o corpo mental é o que está mais próximo de se tornar uma ciência completa, o mapeamento do cérebro, a lógica e a falta dela nas emoções e todos os processos químicos que ocorrem na sua cabecinha de caoista besta já estão sendo estudados a muito tempo e está cada vez mais com cara de ciência do que magia, porém nessa postagem vamos tratar do corpo mental essencialmente como algo mágico.

O que podemos fazer numa projeção mental?

A projeção mental normalmente é utilizada como o primeiro degrau para que um praticante comece a “meditar direito”, na projeção mental ele é obrigado a aplicar sua concentração de uma forma totalmente nova e acaba descobrindo como fazer coisas que antes nem sabia que existiam como, por exemplo, estudar enquanto dorme, fixar lembranças novas como se fossem antigas, incitar comportamentos fisiológicos como tato, olfato e paladar mesmo sem a influência física dos sentidos, um “mago mental” seria um cara com total controle sobre suas sensações e sentimento

Mas pra que tanta palhaçada mental?

Numa postagem a alguns dias atrás eu citei ter sofrido um ataque astral direto de um BIXO do lado de lá, nesse evento eu senti a influência da criatura enquanto ainda estava num pesadelo, o qual tornei lúcido e nele realizei os primeiros rituais de proteção e banimento, e eis que algum tempo depois, já consciente e no plano físico eu percebi que o ritual começado dentro do “sonho” estava fazendo efeito também no plano físico, e bastou finalizá-lo para me livrar do ataque. Conclusão, existe SIM a possibilidade do praticante realizar um ritual no plano mental e ele afetar diretamente o plano astral e/ou físico.

Tá Gigim, e onde entram os servidores?

Vejam bem, eu no plano mental realizei um ritual que já era testado e carimbado no plano físico, e funcionou, agora vamos lembrar do que é um SERVIDOR. Apenas um ser mágico criado pelo mago para servi-lo em UMA tarefa, sendo o mesmo alimentado diretamente da energia essencial do próprio MAGO, algo como destacar uma parte dessa energia para depois pegá-la de volta, e toda a capacidade desse SERVIDOR está linkada com o que? Isso mesmo, a vontade do magista.

Vontade e mente, bela dupla.

Todos nós já conhecemos os ensinamentos que dizem que a vontade é a lei, fé acima de tudo, o homem é do tamanho do seu sonho e blá blá blá, não vou precisar explicar o conceito de direcionamento de vontade para a realização de desejos (afinal tem uma postagem aqui ou na IMPERIUM sobre isso), mas não vamos perder o fio da meada, o cara tem que direcionar a sua vontade, porém ele é burro, é caoista e jovem então ele tem que apelar para outra forma de direcionar a mente para o desejo e o que toda criança faz quando não tem ninguém pra incentivá-la a algo? Exatamente, um AMIGO IMAGINÁRIO, e nasce assim o SERVIDOR.

Dessa vez não estou ofendendo vocês, ouçam

Lembram lá na primeira parte que citei as outras duas formas de criar um ser mágico a partir de si mesmo? Pois é, um físico e o outro astral, o SERVIDOR é mental e ele tem como obrigação única e exclusiva guiar a cabeça semivazia do caoista em direção à vontade que ele definiu, assim como o golem judeu só protegia o seu povo e como o elementar artificial faz somente o desejo que foi sigilado nele, o SERVIDOR também fará apenas uma coisa e depois não existirá mais, e é isso que o diferencia de uma EGREGÓRA, ele não fica zanzando por aí procurando seguidores e recebendo oferendas, ele existe APENAS no plano mental de quem o criou, e ele pode sim ser absurdamente eficaz, porém ele não é nada além do que um “elementar/golem/tulpa mental caótica”, e por existir apenas na mente de quem o criou existem todas essas formas fantasiosas que vagabundo acredita que são pra sempre… mas não são.

Bom, vou parando por aqui porque a matéria já está ficando longa, a terceira e última parte da postagem será um podcast que será postado essa semana. Comentem que eu já respondo a algumas perguntas na próxima parte.

Valeu galera, até a próxima, Hasta!


GOSTOU DESSE CONTEÚDO? QUER VER MAIS SOBRE ISSO OU SOBRE UM ASSUNTO DE SUA ESCOLHA? SEJA UM APOIADOR DO PORTAL E VEJA AS VANTAGENS, CLIQUE NO LINK PARA SABER MAIS

VOCÊ TAMBÉM PODE APLAUDIR ESSA MATÉRIA FAZENDO UM PIX PARA: [email protected]

A COLABORAÇÃO DE VOCÊS GARANTE QUE SEMPRE TEREMOS NOVO MATERIAL DIARIAMENTE.

O que achou da postagem?
+1
0
+1
0
+1
0
+1
0
+1
0
+1
0

Related Articles

Responses

O seu endereço de e-mail não será publicado.