A definição de egrégora pela Wikipedia seria: Egrégora, ou egrégoro (do grego egrêgorein, «velar, vigiar»), é como se denomina a força espiritual criada a partir da soma de energias coletivas (mentais, emocionais) fruto da congregação de duas ou mais pessoas.E eu com isso?

Bom, como alguns já devem saber no OKULT estamos começando nosso primeiro evento em conjunto, e esse será a criação de uma egrégora, com a ajuda de todos os participantes, ou seja é um evento que envolverá todos os membros que estiverem dispostos a colaborar em dar “vida” à nossa experiência.

Para quê serve uma Egrégora?

Durante muitos anos ordens mágicas criam suas egrégoras, sejam em formas de golens, elementais artificiais ou simplesmente aparições espectrais, a forma em si como elas virão para esse plano não é muito importante, e sim a utilidade que será dada à ela.

Egrégoras podem servir como alarmes, seguranças, companheiros espirituais, pontes para o mundo espiritual, assassinos, soldados e mais algumas coisas que eu prefiro nem comentar, mas no geral em pequenos grupos são usados como ponte/guia para o mundo espiritual, são bons para projeções guiando os magistas pela rota mais segura para determinados planos. Outra utilidade bem requisitada é a de vigias astrais, servindo para observar membros ou locais em caso de pouca sensibilidade em terceira visão.

Uau quantas utilidades!

Realmente, egrégoras com o passar dos anos já foram utilizadas para quase tudo, temos desde relatos bem simplórios como “amigos espirituais” até a amantes de gente com problemas. Porém jamais saberemos até onde isso é real ou simplesmente piração da cabeça das pessoas, e sabemos bem, muita gente é boa em pirar o cabeção quando o assunto é criação de algo.

Os riscos.

Os riscos são os mesmos da criação de um elementar artificial, porém trazendo também alguns riscos da evocação de entidades, isso porque a egrégora não é formada da energia de apenas uma pessoa, mas como na descrição, de duas ou mais pessoas. Até então não é um grande problema, bastaria juntar apenas pessoas confiáveis, como numa fraternidade né? O problema é que se tem uma coisa em que pessoas são boas é em fazer merda, então por mais que seja uma “fraternidade”, amizades não duram pra sempre.

O segundo ponto negativo é que uma entidade formada da energia de várias pessoas diferentes pode ser tornar uma bela colcha de retalhos ou o mais grotesco Frankenstein, tudo vai depender de quão compatíveis as energias são e de quão bem costuradas estarão, mas uma vez resolvido isso seguimos para o próximo.

O terceiro problema é que assim como em qualquer sutura, a chance de infecção é bem grande, ou seja, um corpo estranho tentando se alojar dentro do corpo formado e costurado, ou seja, alguma outra entidade, humana ou não, pode tentar injetar energia estranha dentro dessa pobre egrégora, e os resultados podem ser catastróficos.

Tô fora, Gigim…

É, sempre que eu invento um plano novo, ainda mais em grupo, é essa a reação mais comum. Porém apesar dos pesares tudo isso só é acarretado em casos especiais, ou seja, em grandes criações vem grandes responsabilidades. Uma egrégora simples e controlada pode sim ser feita com praticamente nenhum risco para os integrantes, ainda mais não sendo essa multidão toda fazendo.

Alguns aspectos de precaução podem ser tomados, como sigilos, prisões e etc, e obviamente todos eles serão usados nesse projeto, dentre outros que não serão postados para aumentar ainda mais a segurança.

E como será feito?

Uma egrégora é  um nada sem energia em sua primeira instância, a única coisa que existe é a ideia, essa por sua vez terá alguns estágios que deverão ser executados pelo grupo em questão.

Energização bruta: Os membros irão canalizar energia limpa e bruta para a egrégora, isso até que possa ser encontrada “uma mistura correta” onde as energias possam se ligar no corpo astral da egrégora.

Definição de conceito: Quando então a massa energética estiver pronta deve-se definir qual forma terá essa egrégora, isso obviamente significa escolher qual será sua posição no grupo e no universo.

Formação de aspectos: A parte mais perigosa e mais sensível, é quando cada membro “ensina” aspectos para a egrégora.

Testes: E então virão os testes e mais testes para confirmar se está tudo dando certo. Obviamente isso tudo é mais detalhado, mas prefiro não expor todos os aspectos do projeto aqui até que já tenhamos tudo em andamento.

E como faço pra participar?

Os convites já foram feitos, isso vai rolar lá na comunidade OKULT, apenas para membros, e depois de iniciado outros membros servirão apenas de consultoria, jamais para exercícios.

Nos vemos por lá.